terça-feira, 21 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
MORADA
.
.
Em mim habita o bem.
Nos meus olhos,
nas minhas mãos,
na minha voz,
no meu ventre.
Em mim habita o amor.
Na minha pele,
na minha boca,
no meu corpo,
nos meus dedos.
Em mim habita a paz.
Nos meus gestos,
no meu andar,
no meu cheiro,
no meu gosto.
Em mim habita o verbo.
E o verbo se faz luz
que guia os meus caminhos.
Amélia de Morais
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Em mim habita o bem.
Nos meus olhos,
nas minhas mãos,
na minha voz,
no meu ventre.
Em mim habita o amor.
Na minha pele,
na minha boca,
no meu corpo,
nos meus dedos.
Em mim habita a paz.
Nos meus gestos,
no meu andar,
no meu cheiro,
no meu gosto.
Em mim habita o verbo.
E o verbo se faz luz
que guia os meus caminhos.
Amélia de Morais
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VENTO AMIGO
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Corria solto o vento nas pradarias
com ele, meus pensamentos
restos de canções - algumas notas -
esquecidas nas horas do dia-a-dia.
Quem selou meu destino
às patas do pégaso louco,
que corre como quem voa,
que voa como quem foge?
E o vento, amigo, sopra pra mim:
- É sonho, menina, tudo que sentes,
em breve despertarás
e a música que ouves, chega ao fim.
Amélia de Morais
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Corria solto o vento nas pradarias
com ele, meus pensamentos
restos de canções - algumas notas -
esquecidas nas horas do dia-a-dia.
Quem selou meu destino
às patas do pégaso louco,
que corre como quem voa,
que voa como quem foge?
E o vento, amigo, sopra pra mim:
- É sonho, menina, tudo que sentes,
em breve despertarás
e a música que ouves, chega ao fim.
Amélia de Morais
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