sexta-feira, 3 de junho de 2011

CANTO DO POETA
Como canto de poeta
a Bandeira tremula
Sobre o mar de Pernambuco
como velas nas camas de Passárgada
Sobre os canais da Bélgica
como velas brancas na solidão das noites úmidas
Sobre a lagoa do Rio
como velas de saudades da Rua da União
Estrela da vida inteira guardada na palma da mão
Amélia de Morais
Como canto de poeta
a Bandeira tremula
Sobre o mar de Pernambuco
como velas nas camas de Passárgada
Sobre os canais da Bélgica
como velas brancas na solidão das noites úmidas
Sobre a lagoa do Rio
como velas de saudades da Rua da União
Estrela da vida inteira guardada na palma da mão
Amélia de Morais

CANÇÃO FEMININA
Só quero teus braços
Pra me abraçarem no medo
Na tarde, na noite ou na manhã bem cedo
Só quero tua compreensão
Quando preciso de silêncio
No corpo, na alma ou no coração
Só quero teu sorriso
Quando sou toda dedicação
Pra saber pra onde vou e por onde piso
Só quero tua solidariedade
Quando sou pura fragilidade
Conto com teu respeito, carinho e lealdade
Amélia de Morais
Só quero teus braços
Pra me abraçarem no medo
Na tarde, na noite ou na manhã bem cedo
Só quero tua compreensão
Quando preciso de silêncio
No corpo, na alma ou no coração
Só quero teu sorriso
Quando sou toda dedicação
Pra saber pra onde vou e por onde piso
Só quero tua solidariedade
Quando sou pura fragilidade
Conto com teu respeito, carinho e lealdade
Amélia de Morais
.
(irving_amen)FIM
Não nos resta nada
nada nos resta
nem a verdade manchada
nem as sobras tristes da festa
nem a mentira contada
nem o suspiro profundo que o fim atesta
Somos íntimos desconhecidos
fomos criação um do outro
Somos verbos convertidos
de costas um para o outro
Sem nada...Somos o fim
Eu de você...Você de mim
Amélia de Morais
.

SOZINHA
Aqui estou
sentada entre o mar e a rua
de costas pra mim
Aqui estou
virada para um vazio escuro
numa tristeza sem fim
Aqui estou
rachada exatamente no meio
como quem anda pra morte
como quem olha pra vida
Aqui estou
prensada entre o choro e o riso
como quem naquele exato instante
desiste de ser esquecida.
Amélia de Morais
Aqui estou
sentada entre o mar e a rua
de costas pra mim
Aqui estou
virada para um vazio escuro
numa tristeza sem fim
Aqui estou
rachada exatamente no meio
como quem anda pra morte
como quem olha pra vida
Aqui estou
prensada entre o choro e o riso
como quem naquele exato instante
desiste de ser esquecida.
Amélia de Morais
.
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